Fotos e vídeo do acidente de Robert Kubica no GP do Canadá de Fórmula 1
Não foi só a primeira vitória de Lewis Hamilton que marcou o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1, neste domingo.
O piloto polonês Robert Kubica, da BMW/Sauber, sofreu um grave acidente na 26ª volta da prova. Após ter tocado o carro de Jarno Trulli, o carro dele decolou, bateu contra o muro, capotou várias vezes e se desintegrou. O acidente foi tão forte e as imagens são tão impressionantes que a primeira pergunta que vem à cabeça é: Robert Kubica morreu? Não! Felizmente, o piloto escapou da morte sem nenhum ferimento sério, apenas com um um tornozelo torcido e um grande susto. Inevitável, para nós brasileiros, não lembrarmos do acidente de Ayrton Senna da Silva, o maior piloto de nossa história.
Veja o vídeo do acidente de Robert Kubica no GP do Canadá de Fórmula 1.
Veja as fotos do acidente de Robert Kubica na F1.
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KRAKSSSSSSSSSS!!! COMO EH Q PODE TAH VIVO AINDA??
Inacreditável!!!! Mais ainda ele não ter sofrido nada
fiquei muito triste com o desastre da TAM por isso deixo aqui a minha solidariedade para todos os familiares das vitimas.
PARTIDAS E CHEGADAS
Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade
que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz:
já se foi, haverá outras vozes,
mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro”.
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
já se foi, no mais além, outro alguém dirá feliz: “já está chegando”.
Chegou ao destino levando consigo
as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.